Convocatória – Jornada pela liberdade dos defensores da água e da vida de San Pedro Tlanixco

Ao Congresso Nacional Indígena
Ao Comitê Clandestino Revolucionário Indígena – Comandância Geral do EZLN
À Sexta Nacional e Internacional
À Red contra la Represión y por la Solidaridad
Às comunidades, tribos, bairros e nações de México e do Mundo
Às companheiras e companheiros que lutam no Mundo
Às companheiras e companheiros dos meios de comunicação livres, autônomos, alternativos ou como se denominam

Com especial dor e carinho, às comunidades, famílias e amigos de presas e presos por defender a vida

Recordando que esse nosso México dia a dia continua sendo devastado pelas políticas ferozes do grande capital, sistema encarnado como uma hidra pelas grandes empresas multinacionais que buscam os nosso recursos, enquanto os maus governos locais, estatais e federais continuam os entregando e submetendo com terror, morte e cárcere à quem ainda defende nossas terras e territórios, nossa água, nossa vida.

Não esquecemos que nas guerras de conquista de 1492, de independência em 1810 e de revolução em 1910, as e os indígenas pariram essa nossa pátria. Que em troca de nosso sangue derramado fomos negadas e negados juridicamente, até o levantamento de EZLN em 1994, quando uma nova luz de esperança se levantou, se materializando nos acordos de San Andrés. Também não esquecemos que essas esperanças foram traídas pelos três partidos políticos no poder, PRI, PAN e PRD no ano de 2001 e agora os governos, através de sua política institucional indigenista nos dominam, nos dividem e pretendem nos exterminar negociando nossos direitos de migalha em migalha.

Nós homens, mulheres, crianças e anciãos da comunidade indígena Nahua de San Pedro Tlanixco, compartilhamos nossa palavra e damos a conhecer nossas próximas ações pela liberdade de nossas presas e nossos presos. Iniciamos a Jornada pela liberdade dos defensores da água e da vida de San Pedro Tlanixco, do dia 24 de agosto até dia 30 de setembro de 2016. Chamamos nossos irmãos e irmãs da sexta nacional e internacional, para que em seus tempos, modos e geografias se somem a essa campanha com as ações que considerem pertinentes.

O Movimento pela liberdade dos defensores da água e da vida de San Pedro Tlanixco, seguimos lutando pela liberdade de nossas e nossos seis guardiões e guardiãs do território, que estão nas garras do Estado. Seu único delito cometido e comprovado, que reconhecemos plenamente; foi defender a água da nossa comunidade.

Depois de mais de 10 anos de larga e dolorosa espera, no passado 28 de maio se encerrou o processo penal das companheiras e dos companheiros: Lorenzo Sánchez Berriozábal, Marco Antonio Pérez González e Dominga González Martínez, nas mãos do juiz criminal de primeira instância do distrito judicial de Toluca, México Maximiliano Vázquez Castañeda. Denunciamos a falta de resposta e atenção por parte das autoridades responsáveis, uma vez que se tem violado continuamente os direitos processuais constitucionais das companheiras e dos companheiros, postergando o ditar da sentença e portanto submetendo-os a um encarceramento injusto.

Já temos condenados injustamente nossos companheiros Teófilo Pérez González a 50 anos de prisão, Pedro Sanchez Berriozábal a 52 de anos de prisão e Rómulo Arias MIreles a 54 anos de prisão. Nossos 6 defensores da água e da vida tem sofrido na própria carne a mais vil da injustiças, estando há 13 anos privados de liberdade, por defender a vida, por defender a água.

O que nem o juiz nem nenhuma outra autoridade estatal e federal se põe a pensar, é que nesses anos em que eles tem estado na prisão, suas famílias tem vivido cada dia e cada noite não apenas com a dor e a angústia de não tê-los. As mães tem que tomar conta das crianças de seus filhos, os filhos tem vivido a falta de um pai ou uma mãe, e estão muito ressentidos. Sem falar em tudo o que temos de viver para ver aos nossos familiares, estarmos enfileirados de duas a três horas para entrar na penitenciária, levar roupas especiais para entrar, aguentando as restrições de comida e o tratamento indigno que recebemos dos funcionários.

Os pais de Pedro, a mãe de Marco Antonio, a mãe de Dominga, o pai de Rómulo faleceram sem poder voltar a ver seus filhos. E para a suposta Justiça de nosso país isso não vale, não conta, como se as pessoas não sentissem, como se nem fossemos pessoas, como se fossemos uma coisa, um objeto que não sente nada.

Essa injustiça tem que parar, porque nossos companheiros e nossas companheiras não cometeram nenhum delito e viveram tantos anos de prisão injustamente. Exigimos ao Governo Federal, do Estado e ao juiz, nas mãos de quem está a possibilidade de resolver essa sentença autoritária, pois é o mínimo que merecem nossos companheiros.

É através desse meio então que convocamos a todos os corações dignos e honestos do México e do mundo, para que se somem e nos apoiem a essa digna exigência.

Para tanto, estaremos realizando as seguintes atividades:
Jornada pela liberdade dos defensores da água e da vida de San Pedro Tlanixco.

* 24 de Agosto. Início da Jornada pela liberdade dos defensores da água e da vida de San Pedro Tlanixco. Foro José Revueltas. Do lado do Auditório Che Guevara. 5pm. Ciudad Universitaria. UNAM.

* 7 de Setembro. 27 anos de luta em defesa da água e da vida de San Pedro Tlanixco, 1989 – 2016. Punto Gozadera. Plaza San Juan # 15. Centro. Delegación Cuauhtémoc. Metro Salto del Agua. 6pm.

* 21 de Setembro. 13 anos de prisão e injustiça para os defensores da água a da vida de San Pedro Tlanixco, 2003 -2016. UNIOS. Doctor Carmona # 32. Colonia Doctores. Ciudad de México. D.F. Metro Cuauhtémoc. 7 PM.

* 25 de Setembro. Festival cultural pela liberdade dos defensores da água e da vida de San Pedro Tlanixco. Começa às 10 am. Na comunidade indígena Nahua de San Pedro Tlanixco. Saindo da central de Observatório, pegar um ônibus que vá a Tenango del Valle, comprando a passagem no guichê da Estrella de Oro. Pedir para descer na última parada de Tenango. Perguntar pelas combis que vão à Tlanixco (saem a uma quadra de onde para o ônibus). Descer onde no ponto final. Buscar a rua “Reforma” e desce-la (tomar a esquerda) até o final.

* 30 de Setembro. Reunião pela liberdade dos defensores da água e da vida de San Pedro Tlanixco. Nos juzgados de Santiaguito. Almoloya de Juárez. Estado de México. 12 am.

* Pronunciamento de coletivos, indivíduos e organizações sociais nacionais e internacionais pela liberdade das e dos defensores da água e da vida em San Pedro Tlanixco. Durante as atividades estaremos recolhendo assinaturas que serão anexadas ao pronunciamento, o qual será entregue ao Juiz Maximiliano Vázquez Castañeda. Para nossos irmãos e nossas irmãs da Sexta Nacional e Internacional, deixamos adjuntos os dados do juizado, assim como das instancias estatais e federais às quais se podem dirigir exigências através de suas sedes ou casas de representação do Estado de México.

Instâncias às quais se pode mandar pronunciamentos pela liberdade das e dos defensores da água e da vida de San Pedro Tlanixco:

1.- Juiz primeiro penal de primeira instancia do distrito judicial de Toluca, México, Maximiliano Vázquez Castañeda. Com residencia em Santiaguito, Almoloya de Juárez, Estado de México.

2.- Ao Presidente da República Mexicana, Enrique Peña Nieto. Residencia Oficial de los Pinos Casa Miguel Alemán Col. San Miguel Chapultepec, C.P. 11850, Ciudad de México

3.- Ao Governador do Estado de México, Eruviel Ávila Camacho. Calle Jesús Carranza Sn, Residencial Colón, 50120 Toluca de Lerdo, México.

Pela liberdade dos presos políticos da CNI e da Sexta!
Pela reconstituição integral de nossos povos!
Nunca mais um México sem nós!
La Sexta ¡Va!

Movimento pela liberdade dos defensores da água e da vida de
São Pedro Tlanixco
Congresso Nacional Indígena
Red contra la Represión y por la Solidaridad

(Tradução feita pelo Coletivo Autônomo Herzer)

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Jornada por la libertad de los defensores del agua y la vida de San Pedro Tlanixco

Convocatoria

Cartel con logos_low

Al Congreso Nacional Indígena
Al Comité Clandestino Revolucionario Indígena – Comandancia General del EZLN
A la Sexta Nacional e Internacional
A la Red vs la Represión y por la Solidaridad
Con especial dolor y cariño, a los pueblos, familias y amig@s de pres@s por defender la vida
A los pueblos, tribus, barrios y naciones de México y del Mundo
A las compañeras y compañeros que luchan en el Mundo
A las y los compañeros de los medios libres, autónomos, alternativos o como se llamen

Recordando que este nuestro México día con día continua siendo devastado por las políticas feroces del gran capital, sistema encarnado como hidra por las grandes empresas multinacionales que vienen por todos nuestros recursos, mientras los malos gobiernos locales, estatales y federales continúan entregándoselos y sometiendo con terror, muerte y cárcel a quienes todavía defendemos nuestras tierras y territorios, nuestra agua, nuestra vida.

No olvidamos que en las guerras de conquista en 1492, de independencia en 1810 y de revolución en 1910, lxs indígenas parimos esta nuestra patria. Que a cambio de nuestra sangre derramada fuimos negadxs jurídicamente y que fue hasta el levantamiento del EZLN en 1994, cuando una nueva luz de esperanza se levantó, materializándose en los acuerdos de San Andrés. Que estas esperanzas fueron traicionadas por los tres partidos políticos en el poder, PRI, PAN y PRD en el año 2001 y que ahora los gobiernos a través de su política institucional indigenista nos someten, nos dividen y pretenden exterminarnos negociando nuestros derechos de migaja en migaja.

Nosotros hombres, mujeres, niños y ancianos de la comunidad indígena Nahua de San Pedro Tlanixco, compartimos nuestra palabra y damos a conocer nuestras próximas acciones por la libertad de nuestrxs presxs. Iniciamos la Jornada por la libertad de los defensores del agua y la vida de San Pedro Tlanixco, del 24 de Agosto al 30 de septiembre del 2016. Llamamos a nuestros hermanos y hermanas de la sexta nacional e internacional, para que en sus tiempos, modos y geografías se sumen a esta campaña con las acciones que consideren pertinentes.

El Movimiento por la libertad de los defensores del agua y la vida en San Pedro Tlanixco, seguimos luchando por la libertad de nuestros seis guardianes del territorio, que están en las garras del Estado. Su único delito cometido y comprobado, que reconocemos plenamente; fue defender el agua de nuestro pueblo.

Después de más de 10 años de larga y dolorosa espera, el pasado 28 de mayo se cerró el proceso penal de los compañeros: Lorenzo Sánchez Berriozábal, Marco Antonio Pérez González y Dominga González Martínez, en manos del Juez primero penal de primera instancia del distrito judicial de Toluca, México Maximiliano Vázquez Castañeda. Denunciamos la falta de respuesta y atención por parte de las autoridades responsables, toda vez que se han violado continuamente los derechos procesales constitucionales de lxs compañerxs postergando dictar sentencia y por lo tanto sometiéndoles a un encarcelamiento injusto.

De por si tenemos ya condenados injustamente a nuestros compañeros Teófilo Pérez González a 50 años de prisión, Pedro Sánchez Berriozábal a 52 años de prisión y Rómulo Arias Mireles a 54 años de prisión. Nuestros 6 defensores del agua y la vida, han sufrido en carne propia la más vil de las injusticias, desde hace 13 años privados de la libertad, por defender la vida, por defender el agua.

Lo que ni el juez ni ninguna otra autoridad estatal y federal se ponen a pensar, es que en estos años que han estado en la cárcel, las familias de nuestros compañeros han vivido cada uno de esos días y esas noches no solo con el dolor y la angustia de no tenerlos. Las madres han tenido que ver por la crianza de los hijos, los hijos han vivido la falta de un padre o una madre y lo han resentido mucho. Sin olvidarse de lo que hay que vivir para poder ver a nuestros familiares, formarse de dos a tres horas para poder pasar al reclusorio, hay que llevar la ropa especial para entrar, la restricción en la comida y el trato indignante que nos dan los custodios.

Los padres de Pedro, la mamá de Marco Antonio, la mamá de Dominga, el papá de Rómulo fallecieron sin poder volver a ver a sus hijos. Y para la supuesta justicia en nuestro país esto no vale, no cuenta, como si la gente no sintiera, como si no fuéramos personas, como si fuéramos una cosa, un objeto que no siente nada.

Esta injusticia tiene que parar, porque nuestros compañeros y nuestra compañera no han cometido ningún delito y han vivido tantos años de prisión injustamente. Les exigimos al gobierno federal, estatal y al juez que en sus manos esta resolver una sentencia absolutoria, que es lo menos que merecen nuestros compañeros.

Por este medio convocamos a todos los corazones dignos y honestos de México y el mundo, para que se sumen y nos apoyen en esta digna exigencia. Para ello llevaremos a cabo las siguientes actividades:

Jornada por la libertad de los defensores del agua y la vida de San Pedro Tlanixco.

* 24 de Agosto. Inicio de la Jornada por la libertad de los defensores del agua y de la vida de San Pedro Tlanixco. Foro José Revueltas. A un costado del auditorio Che Guevara. 5. PM. Ciudad Universitaria. UNAM.

* 7 de Septiembre. 27 años de lucha en defensa del agua y de la vida de San Pedro Tlanixco, 1989 – 2016. Punto Gozadera. Plaza San Juan # 15. Centro. Delegación Cuauhtémoc. Metro Salto del Agua. 6 PM.

* 21 de Septiembre. 13 años de prisión e injusticia para los defensores del agua y de la vida de San Pedro Tlanixco, 2003 -2016. UNIOS. Doctor Carmona # 32. Colonia Doctores. Ciudad de México. D.F. Metro Cuauhtémoc. 7 PM.

* 25 de Septiembre. Festival cultural por la libertad de los defensores del agua y la vida de San Pedro Tlanixco. Inicia 10 am. En la comunidad indígena Nahua de San Pedro Tlanixco. Saliendo de la central de Observatorio, tomar autobús que va a Tenango del Valle comprando boleto en la taquilla de Estrella de Oro. Pedir bajada en la última parada de Tenango. Preguntar por las combis que van a Tlanixco (salen a una cuadra de donde para el autobús). Bajar donde hace base la combi. Buscar la calle “Reforma” y tomarla cuesta abajo (a la izquierda) hasta el final.

* 30 de Septiembre. Mitin por la libertad de los defensores del agua y la vida de San Pedro Tlanixco. En los juzgados de Santiaguito. Almoloya de Juárez. Estado de México. 12 am.

* Pronunciamiento de colectivos, individu@s y organizaciones sociales nacionales e internacionales por la libertad de las y los defensores del agua y la vida en San Pedro Tlanixco. Durante las actividades estaremos recabando firmas que se adjuntarán al pronunciamiento que será entregado al Juez Maximiliano Vázquez Castañeda. Para nuestros hermanos y hermanas de la sexta nacional e internacional, dejamos adjuntos los datos del juzgado, así como de las instancias estatales y federales a las que pueden dirigir exigencias a través de sus embajadas o casas de representación del Estado de México.

Instancias a las cuales se les puede mandar sus pronunciamientos por la libertad de las y los defensores del agua y la vida de San Pedro Tlanixco:

1.- Juez primero penal de primera instancia del distrito judicial de Toluca, México, Maximiliano Vázquez Castañeda. Con residencia en Santiaguito, Almoloya de Juárez, Estado de México.

2.- Al C. presidente de la República Mexicana, Enrique Peña Nieto. Residencia Oficial de los Pinos Casa Miguel Alemán Col. San Miguel Chapultepec, C.P. 11850, Ciudad de México

3.- Al C. gobernador del Estado de México, Eruviel Ávila Camacho. Calle Jesús Carranza Sn, Residencial Colón, 50120 Toluca de Lerdo, México.

¡Por la libertad de los presos políticos del CNI y de la Sexta!
¡Por la reconstitución integral de nuestros pueblos! ¡Nunca más un México sin nosotros!
La Sexta ¡Va!

Movimiento por la libertad de los defensores del agua y de la vida de San Pedro Tlanixco
Congreso Nacional Indígena
Red contra la represión y por la solidaridad

 

Convocatoria V Congreso CNI

cni chinantla

CONVOCATORIA

Considerando que:

1.    En este mes de octubre del presente año el Congreso Nacional Indígena, espacio de unidad, reflexión y organización de los pueblos indígenas de México, cumple 20 años de trabajo ininterrumpido, impulsando la reconstitución integral de nuestros pueblos y la construcción de una sociedad en la que quepan todas las culturas, todos los colores, todos los pueblos que somos México.

2.    A lo largo de todos estos años y con más fuerza a partir de la Sexta Declaración de la Selva Lacandona emitida por el Ejército Zapatista de Liberación Nacional, hemos forjado una palabra y un actuar que ha contribuido a las luchas de resistencia y rebeldía a lo largo de toda la geografía nacional y no solo mantenemos nuestra decisión de seguir existiendo, sino que la honramos con la fuerza de nuestro puño en alto, la honramos tejiendo acuerdos profundos y colectivos que se reflejan en el cuidado de la tierra, de nuestras lenguas, de las tradiciones, de nuestros gobiernos colectivos de múltiples nombres y formas; todos ellos que guardan  en su interior la flama de la autonomía que no deja de iluminar el corazón colectivo de los pueblos, barrios, naciones y tribus que somos; acuerdos profundos que se trabajan día a día, dando lugar a que de cada uno de ellos emerjan territorios complejos que juntos constituyen nuestra autonomía y libre determinación.

3.    Mientras nosotros tejemos la vida, el capitalismo dibuja y configura “sus” propios territorios de muerte, encimados a los nuestros, en todos los rincones de nuestro dolido país México. Sobre nuestras tierras hay supuestos territorios mineros, de los cárteles de la delincuencia organizada, agroindustriales, territorios de partidos políticos, urbanizables, de conservación donde no caben los pueblos originarios y cualesquier nombre con que lo impongan este sistema y los malos gobiernos que lo obedecen.

4.    Los capitalistas de una manera sangrienta iniciaron y agrandan día con día una guerra de conquista por apoderarse de lo que siempre ha sido nuestro y en esa constante guerra de exterminio se presentan con todas sus máscaras: la del empresario, el político, el policía, el militar o el sicario, según sea el caso. Y como siempre, de nuestro lado están los muertos, los desaparecidos, los encarcelados, los territorios arrebatados o destruidos y la persecución en contra de cualquier esperanza colectiva, autónoma y rebelde.

5.    Ante la embestida capitalista en contra de nuestros pueblos hemos resistido, desde la devastación hemos soñado y construido nuevos mundos, desde el luto por nuestros compañeros asesinados los pueblos recreamos nuevas formas de resistencias y rebeldías que nos permitan detener de manera urgente esta devastación, caminando por el único camino posible para los de abajo y a la izquierda, construyendo y ejerciendo la justicia negada por los poderosos que dicen gobernarnos.

6.    Es urgente encontrarnos en esas nuestras llamas de resistencia, autonomía y rebeldía que brillan en cada uno de los pueblos originarios que hilan nuevos mundos desde mero abajo, desde donde nace el amor y compromiso ancestral con nuestra madre que es la tierra.

Es que hemos acordado CONVOCAR a las autoridades y representantes directos de los pueblos, naciones, tribus, barrios, comunidades y organizaciones indígenas a la celebración del:

QUINTO CONGRESO NACIONAL INDÍGENA

Que se realizará en el contexto de la celebración del 20 aniversario del CNI y que tendrá lugar del 9 al 14 de octubre en las instalaciones del Centro Indígena de Capacitación Integral (CIDECI- UNITIERRA) en la ciudad de San Cristóbal de las Casas, Chiapas, en territorio zapatista, de acuerdo con el siguiente:

P R O G R A M A

9 de octubre.
Llegada a CIDECI y registro físico de autoridades, representantes, delegados indígenas, prensa e invitados por la Comisión de Coordinación del CNI.

10 y 11 de octubre.
Inauguración del Quinto Congreso Nacional Indígena.
Mesas de trabajo bajo los siguientes ejes:
1.         Despojo y represión
2.         Nuestras resistencias y rebeldías
3.         Balance del CNI
4.         Propuestas para el fortalecimiento del CNI

12 de octubre.
Festejo del 20 aniversario del Congreso Nacional Indígena

13 de octubre.
Reunión plenaria, acuerdos y conclusiones
Clausura del Quinto CNI

14 de octubre.
Regreso a nuestros lugares de origen

El registro previo de delegad@s indígenas podrá hacerse en el correo electrónico del CNI: catedratatajuan@gmail.com

L@s integrantes de la Sexta Nacional e Internacional que deseen integrarse como participantes observadores a las sesiones del V CNI deberán registrarse previamente en el correo: cni20aniversario@ezln.org.mx

El Quinto Congreso Nacional Indígena tendrá sesiones públicas (inauguración y clausura) y cerradas. La prensa que se registre ante la Comisión de Coordinación del CNI y cuya participación sea validada por la misma comisión, únicamente podrá dar cobertura a las sesiones públicas del CNI. El registro de prensa se hará los días 9 y 10 de octubre en la sede del Congreso.

Atentamente
Julio de 2016
Por la reconstitución Integral de Nuestros Pueblos
Nunca Más un México sin Nosotros
Congreso Nacional Indígena
Ejército Zapatista de Liberación Nacional